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Justiniano
13/02/2014 10:59

Era de Justiniano(527-565)
Depois da divisão do império romano, pelo imperador Teodósio em 395, dando a parte ocidental para seu filho Honório e a parte oriental para o outro Arcádio. Com essa divisão, criou-se muitas dificuldades entre os imperadores para manter um bom governo, principalmente devido as constantes invasões bárbaras. Por isso no século V, com o imperador Justiniano que o Império Bizantino se firmou e teve seu apogeu.
Com Justiniano, as fronteiras de império foram ampliadas, com expedições que foram até à Península Itálica, Ibérica e ao norte da África . claro que com tantas conquistas houve muitos gastos! Logo já que os gastos aumentaram, os impostos também e isso serviu de estopim para estourar diversas revoltas , da parte dos camponeses, que sempre ficava com a pior parte- ou o pagamento de impostos abusivos ou o trabalho pesado.
Uma destas , foi a Revolta de Nika,em 532,mas logo foi suprimida de maneira bem violenta pelo governo. Com a morte de 35 mil pessoas.
Mas a atuação de Justiniano foi mais expressiva dentro do governo. Um exemplo, entre 533 e 565, iniciou-se a compilação do direito romano. Este era dividido em:
- código: conjunto das leis romanas a partir do século II.
- digesto: comentários de juristas sobre essas leis.
- institutas: princípios fundamentais do direito romano.
- novelas: novas leis do período de Justiniano.
E tudo isso resultou no: corpo do direito civil, no qual serviu de base para códigos e leis de muitas nações à frente. Resumindo: essas leis determinavam os poderes quase ilimitados do imperador e protegiam os privilégios da igreja e dos proprietários de terras ,deixando o resto da população à margem da sociedade.
Na cultura, com Justiniano teve a construção da Igreja de Santa Sofia, com seu estilo arquitetônico próprio – o bizantino – cujo o esplendor representava o poder do Estado junto com a força da Igreja Cristã.
Na política, após a revolta de Nika, Justiniano consolidou seu poder monárquico absoluto por meio do cesaropapismo.
Cesaropapismo: ter total chefia do estado ( como César) e da igreja( como o papa).
GRANDE CISMA
Essa supremacia sobre o imperador sobre a igreja causou conflitos entre o imperador e o Papa. Em 1054, ocorreu o cisma do oriente,dividindo a igreja Católica em duas partes:
Igreja Ortodoxa- com sede em Bizâncio, e com o comando do imperador bizantino.
Igreja Católica Apostólica Romana- com sede em Roma e sob a autoridade do Papa.
Misticismo nos símbolos nazistas
30/11/2013 14:44
Misticismo nos símbolos nazistas:
O nazismo era cheio de misticismo, de crenças sobrenaturais e poderes misteriosos.
O próprio Hitler era visto como um médium espiritual (intermediário entre os espíritos dos mortos e as pessoas vivas) por muitos; outros achavam que ele era um mago. Os judeus e os cristãos viam nele a besta do Apocalipse ou o anticristo.
Ele se considerava um redentor (salvador) da raça pura ariana (raça de que descendem os povos brancos da Europa).
O Fürer (condutor) era venerado com a saudação Heil Hitler (Salve Hitler), como se fosse um cerimonial religioso.
A cruz suástica era manifestação mística do nazismo. Suástica vem da língua sânscrita, de su = "bem" e ast = "ser", e a palavra indica o bem, o sucesso, a vitória. Era visto como um símbolo mágico. Outros povos antes dos nazistas já tinham adotado a cruz suástica como símbolo do bem.
Pelo simbolismo nazista, vemos que Hitler (1889 – 1945) e seus maiores colaboradores eram homens determinados a conquistar o mundo e propagar o ódio e a supremacia, misturando loucura, misticismo e morte. Era uma forma de difundir uma nova ordem mundial, liderada por uma suposta supremacia de super-homens, espalhando o reino de terror que a humanidade jamais conheceu.
É necessário saber que tais representações tem origem em crenças baseadas nos antigos cultos pagãos na Europa a milhares de anos. O misticismo e a perversão de muitos símbolos e práticas na Europa pré-cristã tiveram presença marcante na formação do que viria a ser conhecido como a “Religião Nazista”.
Documentos comprovam estas afirmações e por conseqüência trazem novos significados aos símbolos e aos conceitos da “fé nazista”.
A suástica, explicada no post https://www.facebook.com/photo.php?fbid=533643030060988&set=a.522909321134359.1073741828.522305504528074&type=1&theater
Outro símbolo nazista era a águia sobre a suástica que representava poder e força. O Partido Nacional Socialista ou o Partido Nazista começou a usar este símbolo em 1930.
A ÁGUIA ALEMÃ : é muito semelhante a águia romana, pois os romanos sempre utilizavam os estandartes com a figura da águia em eventos festivos e bélicos com o objetivo de difundir a idéia de força e poder. Uma idéia que também convenceu os nazistas a ponto de imitar a propaganda.
A CRUZ DE FERRO: em alemão, Eisernes Kreuz – é uma antiga condecoração militar muito famosa e importante até os dias de hoje. Sua primeira utilização foi no antigo reino da Prússia. O próprio Adolf Hitler foi condecorado com uma de primeira classe por sua participação na Primeira Guerra Mundial. O uso da Cruz de Ferro com uma suástica no centro foi criado pelo regime nazista em 1939, afim de reforçar sua identidade nacional. Também foi usado como condecoração militar napoleônica. É uma suposta variante da Cruz Templária, muito conhecida pelo uso nas velas das embarcações portuguesas.
Com o fim da guerra, assim como outros símbolos, o uso da cruz com a suástica foi proibido.
TROVÃO / RAIOS DE RELÂMPAGO – (Runas da SS. Também conhecido como O Símbolo da SS): Este símbolo representava a Schutzstaffel (SS), a força policial de Heinnich Himmler (1900 – 1945), formada por agentes da Gestapo, soldados da Waffen SS e pela guarda dos campos de concentração e extermínio. A SS é representada pelas runas (duplo sic) e significava a energia conquistadora do sol.
CAVEIRA E OSSOS CRUZADOS: Outro símbolo da SS, organização estatal nazista. Após receber treinamentos e prostrar juramento, os oficiais da SS recebiam a adaga adornada com a águia germânica e a suástica. Recebiam também o anel com a caveira e ossos cruzados, outro gesto de grande honra aos membros da SS.
A RUNA DE ODINA : é também chamada de runa norueguesa, expressa a fé no Odinismo, porém era originariamente um símbolo germânico. Seu significado aos nazistas era a herança ariana, pois tal símbolo era comum entre as antigas culturas germânicas. O odinismo não foi uma religião racista.
A RELIGIÃO NAZISTA Segundo documentos recentemente analisados, os nazistas baseavam suas crenças na perversão de antigos mitos e ritos pagãos. Uma mistura de batalhas místicas entre forças do bem e do mal: muitos acreditam que os nazistas evocavam estranhos espíritos.
Tibet, Himalaia – 1930. Os nazistas começaram a explorar o topo do mundo, em busca de evidências de antigos sumo-sacerdotes que eles acreditavam ser seus ancerstais de sangue. Esta crença formariam as bases da nova religião alemã com o Führer (guia, condutor) Adolf Hitler sendo o sumo-sacerdote.
Os grandes representantes do nazismo acreditavam na lenda ocultista do continente Atlântida que teria surgido no Atlântico Norte, onde viviam super seres humanos, os arianos. Mas, com o mal e a depravação, houve uma grande inundação e Atlântida foi varrida, eliminando estes super seres da face da Terra. No entanto, deste continente perdido, certos sacerdotes escaparam num barco e posteriormente chegaram à Índia e às montanhas do Tibet. Os nazistas místicos acreditavam que estes sacerdotes seriam os verdadeiros deuses da raça ariana e ancestrais dos indianos e europeus.
Assim seriam os arianos, uma raça superior, o “povo escolhido” que perdeu os seus poderes procriando com meros mortais. A raça superior do qual surgiram os alemães. Por tudo isso, os nazistas realizavam muitas expedições à Ásia Central para, além de descobrir mais informações sobre seu imaginário passado, identificar traços físicos arianos. Acreditavam que seus ancestrais, os nórdicos, vieram do céu.
Baseavam-se também em rituais do passado pagão da Alemanha. Eram influenciados por Odin, o deus supremo da mitologia nórdica. Um dos membros, do mais alto escalão nazista, por exemplo, acreditava que era descendente direto do deus nórdico Thor. Outro membro, Heinnich Himmler ( 1900 – 1945 ), chefe da SS, era mestre do ocultismo do 3º Reich, o criador da nova religião nazista; era também influenciado pelo hinduísmo, principalmente na reencarnação e no sistema de castas. Segundo historiadores tinha convicção de ser a reencarnação de um rei germânico da Idade Média que impediu a invasão eslava à Alemanha e, portanto, estava cumprindo seu destino cármico de que a SS havia voltado para a terra pátria, para lutar numa guerra santa singular, isto é, a invasão do leste europeu. Rudolph Hess, considerado o vice Führer, estava envolvido constantemente com o ocultismo, como a astrologia. Joseph Gubles, doutor em Humanidades e responsável pelo Ministério daEducação do Povo e da Propaganda, de acordo com os seus diários, se envolvia com a astrologia no planejamento de guerra contra os aliados.
Os nazistas acreditavam também nos poderes do Santo Graal. Pensavam que o cálice continha propriedades mágicas pois era proveniente de um sangue ariano. Várias expedições foram organizadas para encontrar o lendário cálice: todas fracassaram.
Mas, além destas crenças, todos tinham o livro “Mein Kampf” ( Minha Luta ) como a “bíblia nazista”.
Até o período da 1ª Guerra Mundial, muitos seguidores das ciências ocultas esperavam um “messias germânico”. Assim, viram em Adolf Hitler a realização da glória e do domínio alemão. Os seguidores do Führer pregavam a hostilidade ao Judaísmo. Diziam que os judeus prejudicavam o desenvolvimento alemão como um todo. Os mitos nórdicos substituíram a Bíblia Sagrada pela “Nova Religião” ou “A Religião do Sangue”. Disse Hitler: “Vamos arrancar a fachada cristã e trazer a religião peculiar a nossa raça” Sobre a raça ariana, disse certa vez sobre “a vinda dos filhos de Deus, infinitamente superiores ao homem moderno”. Seguindo o conceito de raça ariana, os soldados da SS deveriam ser os mais fortes, os mais bem posicionados e os de melhor aparência. Altos, loiros e de olhos azuis. Devem seguir uma linhagem ariana pura. Esses homens eram submetidos a rigorosos processos de análise para se constatar a linhagem ariana pura desde 1750.
Quanto a “nova religião”, as cerimônias e rituais pagãos realizavam batismos e, no lugar do crucifixo, uma foto de Hitler. Semelhanças eram vistas em casamentos, contudo a poligamia era permitida e recomendada aos membros da SS. A poligamia possibilitava o numero maior de crianças nascidas e, consequentemente, o aumento da população ariana por toda a Alemanha.
O ano nazista era marcado por celebrações retiradas do calendário germânico antigo. Festivais pagãs substituíram os festivais cristãos. E no centro desse ritual de poder estava Hitler. Tudo era feito para fazer Hitler parecer uma divindade, um messias.
Golpe militar de 64
30/11/2013 14:16O Governo dos Estados Unidos tornou públicos, em 31 de março de 2004, documentos da política dos Estados Unidos e das operações da CIA que, ao ajudar os militares brasileiros, conduziram à deposição do presidente João Goulart, no dia 1º de abril de 1964.
O governo americano e os militares brasileiros viam em João Goulart alguém perigoso porque, além de simpatizar com o regime Castrista de Cuba, mantinha uma política exterior independente de Washington, e tinha nacionalizado uma subsidiaria da ITT (eumpresa norteamericana). Além disso, Goulart tinha nacionalizado, no início de 1964, o petróleo, bem como a terra ociosa nas mãos de grandes latifundiários, e aprovado uma lei que limitava a quantidade de benefícios que as multinacionais poderiam retirar do país. Outro motivo foi o Brasil ser o maior exportador de suco de laranja do mundo, fato que punha em risco a indústria norte-americana deste setor, situada no estado da Flórida.
Em 1964, o comício organizado por Leonel Brizola e João Goulart, na Central do Brasil, no Rio de Janeiro, serviu como estopim para o golpe. Neste comício eram anunciadas as reformas que mudariam o Brasil, tais como um plebiscito pela convocação de uma nova constituinte, reforma agrária e a nacionalização de refinarias estrangeiras.
Foi neste cenário que, depois de um encontro com trabalhadores, em 1964, João Goulart (eleito à época, democraticamente, pelo Partido Trabalhista Brasileiro - PTB) foi deposto e teve de fugir para o Rio Grande do Sul e, em seguida, para o Uruguai. Desta maneira, o Chefe Maior do Exército, o General Humberto Castelo Branco, tornou-se presidente do Brasil.
As principais cidades brasileiras foram tomadas por soldados armados, tanques, jipes, etc. Os militares incendiaram a Sede, situada no Rio de Janeiro, da União Nacional dos Estudantes (UNE). As associações que apoiavam João Goulart foram tomadas pelos soldados, dentre elas podemos citar: sedes de partidos políticos e sindicatos de diversas categorias.
O golpe militar de 1964 foi amplamente apoiado à época e um pouco antes por jornais como O Globo, Jornal do Brasil e Diário de notícias. Um dos motivos que conduziram ao golpe foi uma campanha, organizada pelos meios de comunicação, para convencer as pessoas de que Jango levaria o Brasil a um tipo de governo semelhante ao adotado por países como China e Cuba, ou seja, comunista, algo inadmissível naquele tempo, quando se dizia que o que era bom para os Estados Unidos era bom para o Brasil.
Em 1965, as liberdades civis foram reduzidas, o poder do governo aumentou e foi concedida ao Congresso a tarefa de designar o presidente e o vice-presidente da república
Mito do Herói
30/11/2013 13:55MITO DO HERÓIS (GREGO)
No dicionário formal, herói seria `´ aquele que arrisca a própria vida, ou morre, por um ato nobre´´. Mas, na mitologia grega, eles eram bem mais do que essa simplória definição.
Suas historias são apaixonantes. Como não se deleitar com Hércules, Perseu, Teseu Jasão, Ulisses, Heitor, Édipo, Prometeu e tantos outros.
Eles eram semideuses, posição intermediária entre os homens e os deuses, possuindo poderes especiais, apesar de serem mortais. Esses seus poderes especiais lhes permitiam vencer monstros, combater inimigos invencíveis, ganhar uma batalha sozinhos, dentre outras façanhas. Mas, como eram mortais, possuíam defeitos humanos, vide Aquiles e seu calcanhar. Afinal, perfeito só os imortais deuses gregos. Diz a mitologia grega que os deuses eram a imagem e semelhança dos mortais, por isso havia deuses: infiéis, castos, vaidosos, altruístas, belos, feios, ciumentos.
Segundo o professor e mitólogo Mircea Eliade (1907 -1986) o herói grego teria vivido numa “época primordial”, um “período dos começos”, em que as leis da moral ainda não estavam afixadas, A narrativa heroica está presente nos ritos de passagem, estando ligada a todos os momentos de transformação do indivíduo.
Verdade ou mito. Eles continuam a nos fascinar, não é mesmo?
Palavras-chaves: Mito, herói, Grécia, mitologia grega, deuses, historia.
MITO DO HERÓIS (GREGO)
No dicionário formal, herói seria `´ aquele que arrisca a própria vida, ou morre, por um ato nobre´´. Mas, na mitologia grega, eles eram bem mais do que essa simplória definição.
Suas historias são apaixonantes. Como não se deleitar com Hércules, Perseu, Teseu Jasão, Ulisses, Heitor, Édipo, Prometeu e tantos outros.
Eles eram semideuses, posição intermediária entre os homens e os deuses, possuindo poderes especiais, apesar de serem mortais. Esses seus poderes especiais lhes permitiam vencer monstros, combater inimigos invencíveis, ganhar uma batalha sozinhos, dentre outras façanhas. Mas, como eram mortais, possuíam defeitos humanos, vide Aquiles e seu calcanhar. Afinal, perfeito só os imortais deuses gregos. Diz a mitologia grega que os deuses eram a imagem e semelhança dos mortais, por isso havia deuses: infiéis, castos, vaidosos, altruístas, belos, feios, ciumentos.
Segundo o professor e mitólogo Mircea Eliade (1907 -1986) o herói grego teria vivido numa “época primordial”, um “período dos começos”, em que as leis da moral ainda não estavam afixadas, A narrativa heroica está presente nos ritos de passagem, estando ligada a todos os momentos de transformação do indivíduo.
Verdade ou mito. Eles continuam a nos fascinar, não é mesmo?
Palavras-chaves: Mito, herói, Grécia, mitologia grega, deuses, historia.
Halloween
30/11/2013 13:50
#CM
`NOITE SAGRADA´ - HALLOWEEN
A história do Halloween tem mais de 2500 anos.
Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como: caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.
O primeiro registro do termo "Halloween" cerca de 1750 anos derivou da contração do termo escocês "Allhallow-eve" (véspera do Dia de Todos os Santos) que era a noite das bruxas, pois, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome atual da festa: Hallow Evening Hallowe'en Halloween.
Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows' Eve.
Durante a Idade Média na Europa, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas, uma festa pagã, aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.
Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).
O Halloween tem nos Estados Unidos seu maior expoente, neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, ela chegou em meados do século XIX.
Assim de "Allhallow-eve" para hallow evening se deu Halloween ficou assim conhecida como "dia das bruxas", uma lenda histórica.
Palavras – chaves : Halloween, dia das bruxas, Idade Media, História.
Palestina
30/11/2013 13:49
#CM
A PALESTINA – terra dos filisteus.
A Palestina era uma pequena faixa de terra, que se estendia pelo vale do rio Jordão. Limitava-se ao norte, com a Fenícia, ao sul com as terras de Judá, a leste com o deserto da Arábia e, a oeste com o mar Mediterrâneo.
Nunca foi desabitada. Os judeus saíram, mas permaneceu na região uma maioria de muçulmanos.
O nome Palestina tem origem Filistina – “Terra dos Filisteus” - é o nome dado desde a Antiguidade à região do Oriente Próximo (impropriamente chamado de “Oriente Médio”.
Em 638, a região foi conquistada pelos árabes, no contexto da expansão do islamismo, e passou a fazer parte do mundo árabe, embora sua situação política oscilasse ao sabor das constantes lutas entre governos muçulmanos rivais. Chegou até mesmo a constituir um Estado cristão fundado pelos cruzados (1099-1187). Finalmente, de 1517 a 1918, a Palestina foi incorporada ao imenso Império Otomano (ou Império Turco). Deve-se, a propósito, lembrar que os turcos, e embora muçulmanos, não pertencem à etnia árabe.
Os judeus, foram conduzidos por Abraão de Ur - na Mesopotâmia em 2000 a.C. ( aliás, hebreus é antigo nome do povo semita judeu e que significa "gente do outro lado do rio” , no caso rio Eufrates) para a Palestina.
Lá ficaram até a morte de Salomão, quando ocorreu a diáspora judaica - processo de dispersão dos judeus pelo mundo e a consequente formação de comunidades judaicas fora da Palestina . Desde então, os judeus nunca mais conseguiram a autonomia política da palestina (só alcançada com Salomão) , que se tornou, sucessivamente, província dos assírios, persas, babilônios, romanos, muçulmanos, católicos.
A idéia de voltar, como Abraão fizera, surgiu no século XIX com o sionismo.
Sionismo foi o movimento para a criação de um Estado independente para os judeus no território palestino- 1897. O nome do movimento sionista vem da cidade de Sion, uma colina de Jerusalém que deu origem ao termo.
A Declaração de Balfour (1918) Impulsionou mais a idéia da ida à Sion. Realizada pelo lorde inglês Balfour e que favorecia a criação do Estado de Israel como um lar nacional para os judeus na Palestina. Financiada pela Inglaterra, que desejava manter um ponto estratégico no Oriente, o sionismo foi se concretizando.
Durante a Primeira Guerra Mundial, a Turquia lutou ao lado da Alemanha e, derrotada, viu-se privada de todas as suas possessões no mundo árabe. A Palestina passou então a ser administrada pela Grã-Bretanha, mediante mandato concedido pela Liga das Nações.
Até o início do século XX, existiam na região pequenas comunidades israelitas, vivendo em meio à população predominantemente árabe na Palestina. A partir do incentivo inglês, novos núcleos começaram a ser instalados, geralmente mediante compra de terras aos árabes palestinos.
O sionismo tomou dimensões imensas nos anos 30, devido a expansão da filosofia nazista na Europa.
O sionismo acabou se tornando um movimento nacionalista, econômico e político, a partir de 1948, quando a ONU reconheceu o Estado de Israel na Palestina a revelia de outros povos, se transformando assim em uma sorte de supremacismo judeu.
Com advento da Guerra Fria ( 1946- 1990) o movimento, que a principio parecia ser religioso-cultural, se tornou geopolítico, pois a maioria dos países no oriente médio eram satélites da economia da antiga URSS.
Uma disputa politica acabou separando irmãos- primos que há séculos conviviam na região.
holocasuto
30/11/2013 13:48
#CM
Holocausto judeu na 2ª Guerra Mundial
De um tempo para cá está havendo um movimento de negação do holocausto – extermínio em massa dos judeus na 2ª Guerra Mundial, chamado por alguns de revisionismo histórico e por outros como negacionismo.
Esse movimento alega que foi uma farsa montada, pelos vencedores da guerra, visando propaganda negativa contra a Alemanha com o interesse de favorecer a criação do Estado de Israel e obter as vultosas indenizações pagas pela Alemanha a organizações sionistas e, mais recentemente, para criar uma certa leniência da opinião pública diante dos avanços de Israel sobre os Territórios Palestinos.
Alegam que foi "exarada ao extremo" e o maior argumento talvez seja a estipulação de mortos que não condiz com a quantidade do censo daquela época. Segundo os revisionistas a soma total de 5 a 6 milhões de mortes de judeus foi um exagero grosseiro, sendo o número verdadeiro, em ordem de magnitude, muito menor e que não havia uma politica oficial de extermínio dos judeus pelos nazistas.
Os revisionistas apresentam documentos com afirmações de que "evidências documentais do Holocausto, de fotografias ao Diário de Anne Frank, são falsificações, testemunhos de sobreviventes estão repletos de erros e inconsistências, sendo, portanto indignos de confiança".
Em relação as câmaras de gás, elas existiam para carbonizar os prisioneiros já mortos, para evitar doenças nos campos. Segundo eles, se ocorresse a quantidade de mortes que alega a historia, haveria uma nuvem de gás toxico por muito tempo no campo, além disso, onde colocariam tanas cinzas?
Os estudiosos alegam que estão sendo vítimas de campanhas de ódio, perda de posições académicas, perda de pensões, destruição da sua propriedade e violência física.
Apesar, das novas especulações e pseudo estudos, o Holocausto foi bem documentado pela burocracia do próprio governo nazista.
Foi, além disso, testemunhado pelas forças Aliadas que adentraram a Alemanha e os estados associados ao Eixo no final da Segunda Guerra.
Sendo assim, a negação do Holocausto é amplamente considerada como um fracasso em aderir às regras da evidência, princípios que historiadores mainstream (assim como estudiosos em outros campos) consideram como básicos da inquirição racional.
Há uma "convergência de evidências" que prova que o Holocausto aconteceu.
Entre as evidências estão, por exemplo: Documentos escritos; Fotografias — incluindo fotografias militares oficiais e da imprensa, civis, tiradas secretamente por sobreviventes, aéreas, filmes Aliados e alemães, e imagens não-oficiais registradas pelo exército alemão; Evidência conclusiva — demografia populacional, reconstituída a partir da época anterior à Segunda Guerra; se seis milhões de judeus não foram mortos, o que aconteceu com eles?
Fonte: O Instituto pela Revisão Histórica, P.O. Box 2739, Newport Beach, CA 92659,
https://www.radioislam.org/islam/portugues/revision/66Perguntase.htm
29/11/2013
30/11/2013 13:07Em 29 de novembro de 1947, a Organização das Nações Unidas (ONU) votou pela partilha da Palestina, espalhando uma onda de euforia pelas populações judaicas do mundo inteiro.
Vitória suprema do sionismo, a criação de Israel marcou o início das lutas, desventuras e tragédias de outro povo, o palestino, dando a largada para o conflito mais longo e explosivo da história contemporânea